sábado, 22 de junho de 2013

Renascimento Científico

Ao longo dos séculos XV e XVI, a ciência Européia sofeu em diversos aspectos, um impluso renovador. Um expressivo número de pesquisadores, valorizando a razão e a experimentação, procurava examinar questões da natureza e da sociedade.
Esses pesquisadores diferenciaram-se muitos estudiosos medievais que acatavam concepções tradicionais desenvolvidas por alguns sábios da Antiguidade e incorporadas pelos teólogos cristãos. Antes de aceitar conclusões prontas, a atitude crítica levava os novos cientistas a observar os fenômenos naturais, fazer experimentos, propor novas hipóteses, medir, reavaliar.
Mas a nova mentalidade científica não se desenvolveu sem a resistência daqueles que defendiam as tradições culturais medievais.

Por Talita Matano

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Europa moderna

No sec. 14 a Europa feudal passava por uma crise , a populaçao aumentava e as terras para cultivo era cada vez menor e isso gerou uma falta geral dos metais e do dinheiro. Em 1320 o decrescimo da populaçao gerou uma queda de bens de subsistencia, ja as manufaturas eram cada vez mais caros. Assim em 1453 os turcos -otomanos tomaram a cidade de Constatinopla e fechou a principal rota de comercio, com isso os navegadore foram em.busca de outras rotas e perceberam que nao havia montros e a terra nao era plana.

Por Luana Saranholi

A arte gótica

A origem do termo gótico nada tem a ver diretamente com os godos, a antiga nação germânica que invadiu o Império Romano no século 5. Todavia é de supor-se que gótico de alguma lembra algo como "bárbaro", isto é, um estilo do tempo dos bárbaros, quando os godos atropelavam a civilização romana.
Originou-se de uma denominação utilizada pelos refinados artistas renascentistas para designar genericamente um estilo artístico que achavam de mau gosto, exótico, carregado de apelos decorativos e pelo exagero da altura das suas torres. O gótico, igualmente como o romântico, caracterizou-se predominantemente por ser um estilo grandioso de construções religiosas, foi a arte por excelência das magníficas catedrais européias.
A multiplicação delas por toda a Europa Ocidental deveu-se ao prestígio universal da Igreja Católica e da religião cristã, e resultou da competição entre as cidades lentamente enriquecidas pela Revolução Comercial, transformação econômica que deu seus primeiros passos ao redor dos séculos 11 e 12 (na região do Flandres, ao redor do rio Reno e do rio Sena) tendo como conseqüência a ressurreição da vida urbana. Cada cidade da Europa Ocidental tratou então de erguer uma catedral cuja torre fosse a mais alta possível, não somente para melhor atrair o olhar protetor de Deus, como para celebrar a excelência das suas corporações de ofícios em competição com as outras das demais cidades vizinhas.
O gótico, originalmente, foi um estilo marcadamente francês. Do território da França atravessou o Reno penetrando na Alemanha onde, por igual, encontraremos belos exemplos dele.
Todavia bem menos influenciou a arquitetura italiana que ainda mantinha seu apego ao antigo estilo clássico(a exceção foi a arquitetura lombarda, mais sujeita por razões geográficas às influencias transalpinas, como se verificou na construção da catedral de Milão).
A Divisão da arte gótica: expressa-se, sobretudo, na arquitetura, a qual determina as demais artes; sendo que a pintura e a escultura (como no período romântico) são apenas complementos decorativos.

Por Julia Fabrício

Renascimento e Humanismo

Renascimento foi a renovação cultural que teve início na Península Itálica a partir do século XI. Sob a influência da cultura greco-romana, esse movimento difundiu-se por várias regiões da Europa, estendendo-se até meados do século XVI. Estas transformações foram muito evidentes na cultura, sociedade, economia, política e religião, assim caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo, mas o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências. Entre tantas características, o movimento renascentista foi mais conhecido pela disseminação do humanismo. Com isso, podemos perceber que os renascentistas firmavam uma clara ruptura para com os valores do pensamento medieval. De todo o modo o Humanismo Renascentista deve ser considerado um movimento intelectual de valorização da Antiguidade Clássica. O Humanismo, embora não sendo uma filosofia, representou um movimento de glorificação do Homem, tornado centro de todas as indagações e preocupações. Constituía uma tomada de posição antropocêntrica em reação ao teocentrismo medieval.

Por Talita Matano

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Românico e gótico

Romanico e gotico A arte romanica surgiu no sec. 11 e 12, e a gotica no sec. 12 e 15. Elas tentavam elaborar imagens que harmonizassem as intençoes dos produtores eclesiasticos com as dos consumidores laicos. No romanico, as igrejas quase sempre eram rurais, elas expressavam uma forte anti-humanismo. Sua tematica era religiosa e tinha uma educaçao biblic. Ja no gotico, a arte é urbana sem deixar de ser religiosa . O gotico estava ligado a cultura que se desenvolvia nas escolas , ao pensamente que procurava armonizar fé e razao.

Por Luana Saranholi

arte românica

A arte românica foi a arte cristã do Ocidente europeu desenvolvida entre os séculos XI e XII. Ela marcou a ruptura com o período clássico da Era Greco-Romana e serviu como ponte para o estilo seguinte, quando então evoluiu para formas arquitetônicas ditas góticas ou ogivais.
Tornou-se a expressão artística dos tempos dos cruzados, das lutas dos mouros contra os cristãos, da proliferação das Ordens Religiosas, das constantes refregas travadas entre o imperador e o papa, e entre os reis e os barões feudais que tanto empobreceram a Europa.
A construção da época foi fundamentalmente religiosa, pois somente a Igreja cristã e as ordens religiosas possuíam fundos suficientes ou pelo menos a organização eficiente para arrecadá-los e financiar o erguimento de capelas, de igrejas e de mosteiros.
Expressão de um tempo belicoso e inseguro, pobre em atividades comerciais e mercantis, os edifícios da época do românico, além de toscos, assemelham-se à fortalezas. Era uma estética da pedra bruta, de paredes expostas quase sem reboco, com um diminuto número de janelas e interiores geralmente sombrios.



Por Julia Fabricio

Mentalidade Medieval entre o sagrado e o profano

Para a mentalidade do homem, o sagrado era o referencial de todas as coisas, isso devia ao fato das sociedades dependentes da natureza que não conheciam o suficiente, assim nem podiam se controlar. Isso então, gerava um sentimento de insegurança, temendo pelos resultados quase pobres nas colheitas. Assim os homens buscavam as explicações e a proteção no sagrado e no mundo do além, esse é um dos motivos da igreja ter tanto poder naquela época.
A mentalidade medieval caracterizava-se também por Deus estar no meio de todas as coisas. A igreja era a única detentora do saber, da capacidade de explicar todas as adversidades pelas quais passava o homem medieval, por isso ela era fortemente marcada pelo sagrado, também mantinha práticas e ritos profanos e pagãos bárbaros, como o grande uso de plantas e ervas.


Por Talita Matano