No sec. 14 a Europa feudal passava por uma crise , a populaçao aumentava e as terras para cultivo era cada vez menor e isso gerou uma falta geral dos metais e do dinheiro. Em 1320 o decrescimo da populaçao gerou uma queda de bens de subsistencia, ja as manufaturas eram cada vez mais caros. Assim em 1453 os turcos -otomanos tomaram a cidade de Constatinopla e fechou a principal rota de comercio, com isso os navegadore foram em.busca de outras rotas e perceberam que nao havia montros e a terra nao era plana.
Por Luana Saranholi
sexta-feira, 14 de junho de 2013
A arte gótica
A
origem do termo gótico nada tem a ver diretamente com os godos, a antiga nação
germânica que invadiu o Império Romano no século 5. Todavia é de supor-se que
gótico de alguma lembra algo como "bárbaro", isto é, um estilo do
tempo dos bárbaros, quando os godos atropelavam a civilização romana.
Originou-se
de uma denominação utilizada pelos refinados artistas renascentistas para
designar genericamente um estilo artístico que achavam de mau gosto, exótico,
carregado de apelos decorativos e pelo exagero da altura das suas torres. O
gótico, igualmente como o romântico, caracterizou-se predominantemente por ser
um estilo grandioso de construções religiosas, foi a arte por excelência das
magníficas catedrais européias.
A
multiplicação delas por toda a Europa Ocidental deveu-se ao prestígio universal
da Igreja Católica e da religião cristã, e resultou da competição entre as
cidades lentamente enriquecidas pela Revolução Comercial, transformação
econômica que deu seus primeiros passos ao redor dos séculos 11 e 12 (na região
do Flandres, ao redor do rio Reno e do rio Sena) tendo como conseqüência a
ressurreição da vida urbana. Cada cidade da Europa Ocidental tratou então de
erguer uma catedral cuja torre fosse a mais alta possível, não somente para
melhor atrair o olhar protetor de Deus, como para celebrar a excelência das
suas corporações de ofícios em competição com as outras das demais cidades
vizinhas.
O
gótico, originalmente, foi um estilo marcadamente francês. Do território da
França atravessou o Reno penetrando na Alemanha onde, por igual, encontraremos
belos exemplos dele.
Todavia
bem menos influenciou a arquitetura italiana que ainda mantinha seu apego ao
antigo estilo clássico(a exceção foi a arquitetura lombarda, mais sujeita por
razões geográficas às influencias transalpinas, como se verificou na construção
da catedral de Milão).
A
Divisão da arte gótica: expressa-se, sobretudo, na arquitetura, a qual
determina as demais artes; sendo que a pintura e a escultura (como no período
romântico) são apenas complementos decorativos.
Renascimento e Humanismo
Renascimento foi a renovação cultural que teve início na Península Itálica a partir do século XI. Sob a influência da cultura greco-romana, esse movimento difundiu-se por várias regiões da Europa, estendendo-se até meados do século XVI. Estas transformações foram muito evidentes na cultura, sociedade, economia, política e religião, assim caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo, mas o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências. Entre tantas características, o movimento renascentista foi mais conhecido pela disseminação do humanismo. Com isso, podemos perceber que os renascentistas firmavam uma clara ruptura para com os valores do pensamento medieval. De todo o modo o Humanismo Renascentista deve ser considerado um movimento intelectual de valorização da Antiguidade Clássica. O Humanismo, embora não sendo uma filosofia, representou um movimento de glorificação do Homem, tornado centro de todas as indagações e preocupações. Constituía uma tomada de posição antropocêntrica em reação ao teocentrismo medieval.
Por Talita Matano
Por Talita Matano
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Românico e gótico
Romanico e gotico A arte romanica surgiu no sec. 11 e 12, e a gotica no sec. 12 e 15. Elas tentavam elaborar imagens que harmonizassem as intençoes dos produtores eclesiasticos com as dos consumidores laicos. No romanico, as igrejas quase sempre eram rurais, elas expressavam uma forte anti-humanismo. Sua tematica era religiosa e tinha uma educaçao biblic. Ja no gotico, a arte é urbana sem deixar de ser religiosa . O gotico estava ligado a cultura que se desenvolvia nas escolas , ao pensamente que procurava armonizar fé e razao.
Por Luana Saranholi
Por Luana Saranholi
arte românica
A
arte românica foi a arte cristã do Ocidente europeu desenvolvida entre os
séculos XI e XII. Ela marcou a ruptura com o período clássico da Era
Greco-Romana e serviu como ponte para o estilo seguinte, quando então evoluiu
para formas arquitetônicas ditas góticas ou ogivais.
Tornou-se a expressão artística dos tempos dos
cruzados, das lutas dos mouros contra os cristãos, da proliferação das Ordens
Religiosas, das constantes refregas travadas entre o imperador e o papa, e
entre os reis e os barões feudais que tanto empobreceram a Europa.
A construção da época foi fundamentalmente religiosa,
pois somente a Igreja cristã e as ordens religiosas possuíam fundos suficientes
ou pelo menos a organização eficiente para arrecadá-los e financiar o
erguimento de capelas, de igrejas e de mosteiros.
Expressão de um tempo belicoso e inseguro, pobre em
atividades comerciais e mercantis, os edifícios da época do românico, além de
toscos, assemelham-se à fortalezas. Era uma estética da pedra bruta, de paredes
expostas quase sem reboco, com um diminuto número de janelas e interiores
geralmente sombrios.
Por Julia Fabricio
Mentalidade Medieval entre o sagrado e o profano
Para a mentalidade do homem, o sagrado era o referencial de todas as coisas, isso devia ao fato das sociedades dependentes da natureza que não conheciam o suficiente, assim nem podiam se controlar. Isso então, gerava um sentimento de insegurança, temendo pelos resultados quase pobres nas colheitas. Assim os homens buscavam as explicações e a proteção no sagrado e no mundo do além, esse é um dos motivos da igreja ter tanto poder naquela época.
A mentalidade medieval caracterizava-se também por Deus estar no meio de todas as coisas. A igreja era a única detentora do saber, da capacidade de explicar todas as adversidades pelas quais passava o homem medieval, por isso ela era fortemente marcada pelo sagrado, também mantinha práticas e ritos profanos e pagãos bárbaros, como o grande uso de plantas e ervas.
Por Talita Matano
A mentalidade medieval caracterizava-se também por Deus estar no meio de todas as coisas. A igreja era a única detentora do saber, da capacidade de explicar todas as adversidades pelas quais passava o homem medieval, por isso ela era fortemente marcada pelo sagrado, também mantinha práticas e ritos profanos e pagãos bárbaros, como o grande uso de plantas e ervas.
Por Talita Matano
terça-feira, 21 de maio de 2013
Divisão do Império Romano
Após a morte do imperador Teodósio em 395, a unidade do Império é definitivamente quebrada com a divisão feita pelos seus dois filhos: Arcádio (Augusto desde 383), o mais velho, obteve o Oriente com sede em Constantinopla; Honório (Augusto desde 393), recebeu o Ocidente com sede em Milão ou Ravena. Na época, este ato não representava qualquer inovação, já que a partilha das responsabilidades e atribuiçõ e sera prática corrente. Além disso, a ideia de unidade mantinha-se devido à figura de Estilicão, general de origem vândala, imposto por Teodósio como tutor dos jovens soberanos. Nas duas partes do império mantinham-se também idênticas instituições, tanto nas províncias como nos organismos centrais. Porém,não há dúvida que se vinha já produzindo uma diferenciação economica e social profunda entre Ocidente e Oriente, iniciada muito antes de 395, e que se acentuou nos anos seguintes, entre 395 e 410, devido,sobretudo, ao problema germânico. O Ocidente apresentava-se militarmente frágil e permeável às investidas bárbaras. A partir de 401, os Ostrogodos invadem as províncias do Danúbio superior. A partir de 406, são os Vândalos, os Sármatas, os Alanos e os Alamanos que devastam a Gália Ocidental, e Alaricos aqueia Roma (410). O próprio Estilicão, internamente perseguido pelo partido antibárbaro, é decapitado a 22 de agosto de 408. O Ocidente ficou sob o poder dos chefes bárbaros e em 476, Odoacro, chefe dos Hérulos, depôs o último imperador romano do ocidente, Rómulo Augusto, e devolveu as insígnias ao imperador do Oriente cujos sucessores reinaram em Constantinopla até 1453.

Por Julia Fabrício
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